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3:27Rebecca
Do meio período a toda uma carreira
Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.
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Meu nome é Rebecca.
Comecei minha carreira há 15 anos em Columbus, Ohio. Trabalhava meio período como consultora de vendas.
Eu era a pessoa que fechava a loja no fim de semana, porque estudava em tempo integral durante a semana. Foi uma experiência excelente, vivi todos esses momentos de grande afluência de clientes, pude estabelecer várias relações sólidas. Acho que foi aí que me dei conta de o que é o luxo.
Desde a época de Columbus, exerci diferentes funções. A grande cidade onde trabalhei depois foi Chicago. Alguns anos depois, fui para Nova York.
Quando me mudei para Nova York, exerci o cargo de Gerente de Equipe de Universo em uma loja masculina. Fui eu que abri a primeira loja masculina da empresa na América do Norte. Foi impressionante.
Com a mobilidade, sempre que exerço um cargo novo, num lugar diferente, os três primeiros meses são um pouco difíceis. É superestimulante, mas também um pouco desconfortável começar outro trabalho ou mudar de cidade. Por exemplo, quando me mudei para Chicago, não conhecia ninguém. Simplesmente saí de Ohio e fui viver essa nova experiência em Chicago. Não só aprendi como funcionava a nova loja, a nova equipe, mas também descobri uma nova vida. Hoje em dia, quando há mudanças na minha vida pessoal ou profissional, me sinto mais preparada.
Fiz a gestão de um projeto para a colaboração com a Supreme. No plano do merchandising, eu era a responsável do projeto.
O trabalho foi feito de maneira muito transparente. Como a colaboração era com uma marca de streetwear externa, tínhamos de ser mais ágeis. Tudo era um meio confidencial até o último minuto. Isso tornou a experiência superinteressante. É algo que eu nunca vou esquecer.
Tentei aproveitar ao máximo todos os momentos: as situações divertidas de “team building”, as sessões de compras em Paris, trabalhando até tarde, ou ainda o trabalho com um cliente “VIC”. Acredito que todas essas experiências fizeram a pessoa que sou hoje. Elas se complementaram.
Quando falamos ou ouvimos comentários sobre mobilidade em outras empresas, vemos que o processo é muito rápido. A mobilidade nessas organizações ocorre em um ano, oito meses, dois anos no máximo. Nem sempre isso acontece na Vuitton. Prefiro assim, por que aprofundamos nosso conhecimento da função. Me sinto privilegiada, porque minha experiência em vendas foi feita durante 11 anos em lojas. Hoje, também tenho experiência na área corporativa através do merchandising, onde trabalho com várias equipes diferentes.
É uma função única e diversificada que me capacita a fazer várias coisas. Não posso dizer qual será meu próximo passo, mas tenho certeza de que será tão interessante quanto o que venho vivenciando até hoje.
Rebecca, Gerente de Merchandising -
2:32Ian
De Consultor de Vendas a Gerente de Desenvolvimento de Clientela
O que mais gosto no trabalho na Louis Vuitton é que você desempenha seu papel interpretando sua própria personalidade.
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Meu nome é Ian. Comecei minha carreira na Louis Vuitton em 2014, na loja de Charleston, Carolina do Sul.
Depois de trabalhar como consultor de vendas durante pouco mais de dois anos, recebi um convite formidável para integrar a equipe corporativa regional em Miami como coordenador de eventos interino para a região sudeste.
Me mudei para lá sem conhecer ninguém, sem família nem amigos na região. Mudar de cidade para trabalhar foi uma experiência assustadora, mas estou muito contente de ter aceitado. Tive muito apoio da minha loja e da equipe regional. Eles fizeram tudo para que eu me sentisse em casa.
Depois de uma semana em Miami, decidi que queria me mudar para lá. Eu e o RH discutimos sobre a mobilidade para Miami e fiquei muito contente de saber que havia vaga para um dos trabalhos dos meus sonhos com a abertura da nossa loja no Aventura Mall. Depois de discutir com outros profissionais de relações com a clientela da Louis Vuitton, me propuseram o cargo de líder de relações com a clientela em Miami. Trabalhei nessa função durante seis meses e fui promovido a gerente de relações com a clientela de relógios e alta joalheria. Estou no cargo desde janeiro de 2018.
Na minha opinião, você ganha muita experiência quando alterna os ambientes de vendas e corporativo. Você aprende muito sobre a outra face do mundo Louis Vuitton.
Um dos momentos mais marcantes na empresa foi minha viagem deste ano a Paris e Genebra para conhecer os ateliês de alta joalheria e alta relojoaria. Foi uma experiência excepcional. Nunca vou esquecer os bastidores, os ateliês e os encontros com os artesãos que fabricam as peças. Foi realmente um momento muito especial. A empresa e os artesãos são tão orgulhosos do trabalho que fazem que o encontro me fez levar um pouco daquela paixão para minha loja e compartilhar a experiência com minha equipe e meus clientes.
O que mais gosto no trabalho na Louis Vuitton é que você desempenha seu papel interpretando sua própria personalidade. Há tantas oportunidades para usar de criatividade no trabalho, não existe só um caminho para o sucesso, a Louis Vuitton dá realmente muita autonomia para você tentar coisas novas e mudar o status quo.
Ian, Gerente de Desenvolvimento de Clientela -
4:48Mayuko
De Londres a Tóquio
É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Nunca considero que algo seja impossível.
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Meu nome é Mayuko. Atualmente sou vice-presidente de Merchandising e de Merchandising visual. Ou seja, sou responsável por dois departamentos: no merchandising, tudo começa logo na primeira fase do ciclo de vida dos produtos, quando nós os conhecemos no showroom de Paris. Em seguida, selecionamos o que é mais adaptado para o Japão em termos de oferta de produtos e estratégias. Naturalmente, recebemos uma orientação geral e as metas estabelecidas pela marca, mas depois tentamos filtrar e deixar tudo decantar para avaliar o impacto na nossa região. Depois da seleção e da compra dos produtos em Paris, voltamos para o Japão onde trabalhamos também com a equipe de Merchandising visual para organizar a ambientação da loja.
Comecei minha carreira em 2003, na loja da New Bond Street, em Londres.
Tive a sorte imensa de trabalhar em várias equipes: Relojoaria e Joalheria, Merchandising visual, Serviço pós-venda e Artigos de couro. Foi um desafio extremamente gratificante que realmente serviu de base para a minha carreira na Louis Vuitton.
Minha trajetória foi bastante fluida, mas muita rica e extremamente diversificada. Depois de passar cerca de seis meses na loja da New Bond Street, integrei a sede de Londres, onde fui encarregada do Reino Unido, da Escandinávia e da Irlanda, pelo gerente regional de Merchandising de produtos. Um ano depois, fui trabalhar na matriz em Paris e na Região Europa, onde pude acumular várias experiências diferentes: primeiro, na equipe de Prêt-à-porter, depois, na equipe de Acessórios, onde desenvolvemos o Merchandising e os Acessórios, que não existiam até então, em seguida trabalhei com os Artigos de couro. Foi nessa época que comecei a refletir sobre o fato de que era japonesa e nunca tinha morado no Japão. Por razões pessoais, eu quis voltar a viver mais perto da minha família.
O mais incrível é que o grupo LVMH e a Louis Vuitton oferecem oportunidades fabulosas de mobilidade. Foi assim que fui trabalhar na Louis Vuitton Japão como gerente de Merchandising de Artigos de couro.
Em seguida, tive a oportunidade de trabalhar em outra empresa do Grupo, e dessa vez foi na FENDI de Hong Kong. Um ano depois, fui contratada por uma marca que não faz parte do grupo LVMH e voltei para Tóquio.
Há dois anos e meio, tive a oportunidade formidável de me tornar vice-presidente de Merchandising no Japão, cargo que aceitei com grande prazer, porque me permite explorar todas as experiências que acumulei ao longo dos anos nas diversas categorias de produtos. Foi por isso que voltei para a Louis Vuitton de Tóquio.
O mais interessante na Louis Vuitton é que tudo é muito dinâmico. É difícil imaginar que já faz quase quinze anos que estou na Maison. Sem dúvida, isso se deve às várias mudanças e a todas as coisas diferentes que fazemos, já que sempre temos novos desafios pela frente. Na verdade a gente está sempre em ação.
Nunca considero que algo seja impossível, porque há sempre uma maneira diferente de ver as coisas. Não existe um plano de carreira definido dizendo que, uma vez contratado pela Maison, você precisa começar no ponto A e passar pelos cargos B, C e D. Na verdade, tudo depende de como as coisas evoluem. É isso que determina a sua trajetória.
Naturalmente, quando você passa mais de dez anos numa empresa, trabalha em estreita colaboração com os colegas. Nos showrooms de Paris, por exemplo, durante as seções de compras, muitas vezes nós ficamos juntos das 8 horas da manhã até meia-noite. É extenuante, tanto mental como fisicamente. E quando chega a hora de ir embora e se despedir, você percebe que não só teceu relações profissionais sólidas, mas também fez verdadeiras amizades, relações de confiança e contatos, inclusive com pessoas que não fazem parte da Louis Vuitton nem do Merchandising.
Mayuko, vice-presidente de Merchandising, Louis Vuitton Japão
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2:35Aaron
Da Gestão ao treinamento de Retail
Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”.
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Meu nome é Aaron.
Comecei minha carreira na Louis Vuitton em novembro de 2010 – ou seja, uma semana antes de “Thanksgiving”–, como gerente da loja no The Shops at the Bravern, em Seattle, Washington.
Era uma equipe pequena, éramos sete pessoas muito chegadas, e eu simplesmente adorei explorar o mundo da Louis Vuitton. É extraordinária a magia que você sente quando começa a trabalhar na empresa, mas tive a mesma sensação várias vezes durante esses três primeiros anos.
Em 2013, me lembro que, durante uma reunião num evento de vendas em São Francisco, um dos gerentes de loja fez uma pergunta sobre mobilidade. Senhor Burke respondeu: “Entendo o que você quer dizer. Algumas vezes você vai ter de se mudar para longe dos amigos, da família para crescer, se desenvolver. (…) Se você tiver um histórico de desempenho comprovado, vontade de aprender e se aperfeiçoar, basta levantar a mão”. Levei a coisa a sério e pensei: “Acho que é comigo que ele está falando”. Quando cheguei em casa, “levantei a mão”. Depois de conversar com várias pessoas e passar por entrevistas, fui para São Francisco trabalhar como gerente de equipe de artigos e acessórios de couro
Fiquei em São Francisco durante uns dois anos e tive uma oportunidade na área corporativa. Sempre soube que, como gerente de loja, temos de treinar e orientar as pessoas diariamente, mas pensei que seria interessante usar essa energia em período integral como gerente de aprendizado de vendas. Me candidatei para o cargo, fui aceito e me mudei para Los Angeles. Sempre brinco que, nesse ritmo, mudando cada vez mais para o sul, um dia vou acabar chegando ao México. Estou muito feliz em LA. Sou o gerente de aprendizado de vendas em LA para a Costa Oeste desde 2015.
As lojas são lugares tão vibrantes, dinâmicos, cheios de entusiasmo. Entender o negócio na linha de frente, em contato com os clientes e as equipes das lojas me deu uma melhor percepção do trabalho de gerente de aprendizado de vendas. O treinamento é pertinente? Vai funcionar? Que dimensão vai tomar?
Algumas vezes, tenho que corrigir ou reorientar o treinamento para que as pessoas possam reter o aprendizado.
O treinamento envolve muita magia. Você sente esse aumento de adrenalina, e depois tudo volta ao normal.
Adoro desenvolver potenciais através da facilitação, adoro o momento “Eureka” em que as pessoas percebem como avançar.
Aaron, Gerente Sênior de Aprendizado de Retail
Louis Vuitton
Wide open horizons. Louis Vuitton’s ongoing campaign translates the Maison’s core values into a reverie of adventure and possibility. Discover the latest images captured in the USA at http://on.louisvuitton.com/6019MMMIS
Photo by Viviane Sassen for #LouisVuitton
Momento de magia vivido por 350 colaboradores durante o último desfile masculino
Um desfile na Île de la Cité, transformada em cartão postal de Paris.
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